30 de nov de 2010

às novembro 30, 2010 1 comentários
Angel - Sara Mclachlan

.
Gaste todo o seu tempo esperando por aquela segunda chance, por uma pausa que faria tudo ficar bem. Há sempre alguma razão para não se sentir bem o bastante e é difícil no fim do dia. Eu preciso de alguma distração. Oh! linda libertação! Memórias correm por minhas veias, me deixe ficar vazia. Oh! e leve! E talvez eu possa encontrar paz essa noite.
às novembro 30, 2010 0 comentários
                   




Que traga nele a esperança que todo mundo quer a alegria que todos desejam!!!


Bem vindo DEZEMBRO, que nesse mês possamos ser mais felizes!!!!

28 de nov de 2010

às novembro 28, 2010 2 comentários


Existe sempre uma coisa Ausente - Caio F.


Paris — Toda vez que chego a Paris tenho um ritual particular. Depois de dormir algumas horas, dou uma espanada no rodenirterceiromundista e vou até Notre-Dame. Acendo vela, rezo, fico olhando a catedral imensa no coração do Ocidente. Sempre penso em Joana d’Arc, heroína dos meus remotos 12 anos; no caminho de Santiago de Compostela, do qual Notre-Dame é o ponto de partida — e em minha mãe, professora de História que, entre tantas coisas mais, me ensinou essa paixão pelo mundo e pelo tempo.

Sempre acontecem coisas quando vou a Notre-Dame. Certa vez, encontrei um conhecido de Porto Alegre que não via pelo menos á2o anos. Outra, chegando de uma temporada penosa numa Londres congelada e aterrorizada por bombas do IRA, na época da Guerra do Golfo, tropecei numa greve de fome de curdos no jardim em frente. Na mais bonita dessas vezes, eu estava tristíssimo. Há meses não havia sol, ninguém mandava notícias de lugar algum, o dinheiro estava no fim, pessoas que eu considerava amigas tinham sido cruéis e desonestas. Pior que tudo, rondava um sentimento de desorientação. Aquela liberdade e falta de laços tão totais que tornam-se horríveis, e você pode então ir tanto para Botucatu quanto para Java, Budapeste ou Maputo — nada interessa. Viajante sofre muito: é o preço que se paga por querer ver “como um danado”,feito Pessoa. Eu sentia profunda falta de alguma coisa que não sabia o que era. Sabia só que doía, doía. Sem remédio.

Enrolado num capotão da Segunda Guerra, naquela tarde em Notre-Dame rezei, acendi vela, pensei coisas do passado, da fantasia e memória, depois saí a caminhar. Parei numa vitrina cheia de obras do conde Saint-Germain, me perdi pelos bulevares da le dela Cité. Então sentei num banco do Quai de Bourbon, de costas para o Sena, acendi um cigarro e olhei para a casa em frente, no outro lado da rua. Na fachada estragada pelo tempo lia-se numa placa: “II y a toujours quelque choe d’abient qui me tourmente” (Existe sempre alguma coisa ausente que me atormenta) — frase de uma carta escrita por Camilie Claudel a Rodín, em 1886. Daquela casa, dizia aplaca, Camille saíra direto para o hospício, onde permaneceu até a morte. Perdida de amor, de talento e de loucura.

Fazia frio, garoava fino sobre o Sena, daquelas garoas tão finas que mal chegam a molhar um cigarro. Copiei a frase numa agenda. E seja lá o que possa significar “ficar bem” dentro desse desconforto inseparável da condição, naquele momento justo e breve — fiquei bem. Tomei um Calvados, entrei numa galeria para ver os desenhos de Egon Schiele enquanto a frase de Camille assentava aos poucos na cabeça. Que algo sempre nos falta — o que chamamos de Deus, o que chamamos de amor, saúde, dinheiro, esperança ou paz. Sentir sede, faz parte. E atormenta.

Como a vida é tecelã imprevisível, e ponto dado aqui vezenquando só vai ser arrematado lá na frente. Três anos depois fui parar em Saint-Nazaire, cidadezinha no estuário do rio Loire, fronteira sul da Bretanha. Lá, escrevi uma novela chamada Bem longe de Marienbad , homenagem mais à canção de Barbara que ao filme de Resnais. Uma tarde saí a caminhar procurando na mente uma epígrafe para o texto. Por “acaso”, fui dar na frente de um centro cultural chamado (oh!) Camille Claudel. Lembrei da agenda antiga, fui remexer papéis. E lá estava aquela frase que eu nem lembrava mais e era, sim, a epígrafe e síntese (quem sabe epitáfio, um dia) não só daquele texto, mas de todos os outros que escrevi até hoje. E do que não escrevi, mas vivi e vivo e viverei.

Pego o metrô, vou conferir. Continua lá, a placa na fachada da casa número 1 do Quai de Bourbon, no mesmo lugar. Quando um dia você vier a Paris, procure. E se não vier, para seu próprio bem guarde este recado: alguma coisa sempre faz falta. Guarde sem dor, embora doa, e em segredo.

25 de nov de 2010

às novembro 25, 2010 1 comentários
Liberdade é dormir com o cabelo molhado; fazer dancinhas idiotas; cantar alto e desafinado na frente do namorado; não escovar o cabelo; vestir a primeira roupa que encontrar; usar chinelo; dormir sem programar o despertador; andar pela casa mal vestida; ir ao supermercado sem trocar de roupa; não usar maquiagem; sair sem saber pra onde vai; não pintar as unhas; gastar o último resto de salário numa comida que te deu vontade; dar-se o direito de uma sessão de compras de vez em quando; assistir tv ao invés de fazer o trabalho que precisa ser entregue amanhã; tirar o sapato depois de um dia cansativo; dormir com maquiagem; uma trança; um coque; um rabo de cavalo; uma foto sem legenda. É livrar-se de tudo aquilo que parece pequeno, mas que amarra os nossos dias. 

Liberdade é deixar pra lá quando sentimos que precisamos ficar mais leves.
às novembro 25, 2010 0 comentários
às novembro 25, 2010 0 comentários
às novembro 25, 2010 1 comentários


Recebi presentinho hoje. Tava com Saudades da pessoa, mais como ela anda atarefada com a facul
resolvi não incomoda-la. Mas eis que ela surge com esse selinho, e me alegra!!!
Obrigada LillyM.

"Todas as flores do mundo, se resume em seu sorriso."

18 de nov de 2010

às novembro 18, 2010 1 comentários
I love you  



Yesterday
All my troubles seemed so far away
Now it looks as though they're here to stay
Oh, I believe in yesterday

Suddenly
I'm not half the man I used to be
There's a shadow hanging over me
Oh, yesterday came suddenly

Why she had to go I don't know
She wouldn't say
I said something wrong now I long
For yesterday.



"Ontem
Todos os meus problemas pareciam tão distantes
Agora parece que eles vieram pra ficar
Oh, eu acredito no ontem

De repente
Não sou metade do homem que costumava ser
Há uma sombra sobre mim
Oh, o ontem veio de repente

Porque ela teve de partir eu não sei
Ela não diria
Eu disse algo errado, agora anseio tanto
Pelo ontem."



14 de nov de 2010

às novembro 14, 2010 0 comentários
Ele: Qual a primeira coisa que você percebe quando você olha para outro garoto? 
Ela: Que ele não é você.

11 de nov de 2010

às novembro 11, 2010 1 comentários
“Que novembro venha com bons ventos, que me traga  sorte e amor, que não me deixe sofrer, por favor. Só por um mês, faça  tudo dar certo. Depois veremos o que vamos fazer em dezembro.”




Que novembro venha com bons ventos, que me traga sorte e amor, que não me deixe sofrer, por favor. Só por um mês, faça tudo dar certo. Depois veremos o que vamos fazer em dezembro.
às novembro 11, 2010 0 comentários



Porque eu odeio caras que não sabem dar valor para uma garota
Porque quando eu digo uma coisa que é sincera, ela não acredita nas
Minhas palavras, por pensar que todo homem e igual!
(Maxwell Siqueira)

9 de nov de 2010

às novembro 09, 2010 0 comentários


Por muito tempo eu calei meu coração, quis sufocar
Esse sentimento que floresceu, como eu te explicar?
Eu sempre te vi como um amigo, um irmão
Por isso eu tive medo de arriscar errado e perder de vez o teu coração
Por muito tempo evitei te olhar nos olhos, me escondia
Eu sempre me contentei, um beijinho, um abraço, isso já me servia
Quantas coisas já perdi, com medo de perder
Mas agora eu aprendi, não vou perder você

Te quero, comigo, mais que uma amiga eu quero ser tua namorada
Te peço uma chance, pense com carinho nessa eterna apaixonada.

Don Juan - Henrique Cerqueira.

4 de nov de 2010

às novembro 04, 2010 0 comentários
Ele: Eu preciso viajar.
Ela: Está bem. Vai demorar muito?
Ele: Não, levarei só o necessário.
(Ele pega ela no colo)
Ela: Hey, me põe no chão.
Ele: Eu disse que levaria o necessário, ou seja, você vai junto.




*--*
às novembro 04, 2010 0 comentários

“É por isso que não conto às pessoas sobre nós. Eles não iriam entender, e não sinto necessidade de explicar…”



“É por isso que não conto às pessoas sobre nós. Eles não iriam entender, e não sinto necessidade de explicar…”

1 de nov de 2010

Desventuras em série

às novembro 01, 2010 0 comentários
- "Se vocês se interessam por histórias com final feliz, é melhor ler algum outro livro. Vou avisando, porque este é um livro que não tem de jeito nenhum um final feliz, como também não tem de jeito nenhum um começo feliz...(...)"








ㅤ‒ No caso de alguma coisa dar errado ‒ disse Duncan, folheando o caderno até uma determinada página ‒ como aconteceu da última vez, deixe-me contar a você...
ㅤㅤViolet pôs o dedo na boca de Duncan. ‒ Psiu ‒ disse ela. ‒ Nada vai dar errado desta vez. Eu juro.
ㅤㅤ‒Mas se der ‒ disse Duncan ‒ você precisa saber a respeito de C.S.C. antes que o leilão comece.
ㅤㅤ‒ Não me conte agora ‒ disse Violet. ‒ Não temos tempo. Você pode contar quando estivermos todos sãos e salvos. ‒ A mais velha dos Baudelaire agarrou a ponta da extensão elétrica e começou a seguir os irmãos. ‒ Vejo vocês logo mais ‒ disse ela aos Quagmire, que já estavam começando a desaparecer na escuridão enquanto ela começava a sua ascensão.

ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ∙ ∙ ∙ # o elevador ersatz ∙ ∙ ∙


'Tanto o livro, quanto peça ao filme, são perfeitíssimos, vale, sim, vale muito pena essas Desventuras em séries'

 

Risos e Amoresㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤ Copyright © 2012 Design by Amanda Inácio Vinte e poucos